Porque é só mesmo se acreditares é que consegues. Não é uma questão de ser imaginativo. Não, acredita que não é nada disso. Não é uma questão de algures no meu cérebro ainda ter um espaço unicamente dedicado ao meu ser criança. Não, acredita que não é nada disso. Não é uma questão de simplesmente querer muito e por tal razão, acabar por se concretizar o que quer que seja que eu quero muito. Não, acredita que não é nada disso.
É tudo uma questão de... acreditar. É por isso, que eu voo, e tu não. Porque tu, não queres acreditar. E mesmo, comigo a voar, tu dizes que não estou a voar, porquê? Porque tu, não queres acreditar. E mesmo comigo a pegar-te a mão e fazer-te voar, tu continuas com os pés no chão, porquê? Porque não são os teus pés que estão no chão, é a tua cabeça. E dentro dela está nem mais nem menos as asas que precisas para voar comigo.
Sim, eu sei que não é voar. Cientificamente, é saltar e ficar suspenso no ar por três segundos. Mas em câmara lenta, esses três segundos viram 3 minutos. E em câmara super lenta viram 3 horas, e isso sim, já é voar. Por isso, porquê acreditar na ciência? A ciência diz que estar apaixonado é a libertação de químicos do nosso cérebro. E eu digo "que sa foda a libertação de líquidos do meu cérebro". Para que isso interessa para alem de matar mais uns quantos neurónios? Não interessa para nada!
Então, do que estás à espera para pores a
ciência de lado, juntamente com o
cepticismo, e juntamente com toda a
gravidade que insistes em plantar no lugar onde devias plantar a
imaginação, a
vontade e a outra coisa (que disso, eu terei todo o gosto em tratar), o
amor.