cheap love, sheet's love, shit love





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sexta-feira, março 8



Ohw, isto faz-me lembrar sobre o que eu escreveria, se ainda estivéssemos em Março de 2011 (aparentemente a última entrada neste blogue, desde à 10 minutos atrás).
Talvez falaria algo parecido com a letra dos the killers,

don't you wanna swim with me?
don't you wanna feel my bones?
on your bones
it's only natural 

era o mais provável de acontecer. Talvez falar na inércia química do amor, a vontade de foder até os ossos ///agora entra a dúvida;; foder até os ossos;; ou desejo de foder até aos ossos? nem eu sei\\\, dormir e tocar xilofone com os ossos.
Play me like one of your french skeletons. Esqueletos são belos, reduzem-nos ao que nós somos de certa maneira. Estruturas. Matérias. Não é cá nada de ser ou não ser, existir ou não existir, o que interessa tudo isso quando, se retiradas as roupas, retiradas os pelos, retirada a pele, retirada os músculos, o que sobra? Ossos.
Mas, retirados ossos o que sobra? Nada. Então aí sim, deixamos de ser. Por isso, os ossos, são o nosso último elo de sermos o que somos, o que quer que seja que sejamos, porque nem eu sei. Chamamo-nos de humanos, mas tratamo-nos como animais, por isso sejam o que quiserem, mas no fim, só ficam ossos, e depois disso, nada.

0 Oh Leopold!:

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