cheap love, sheet's love, shit love





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sexta-feira, abril 5


Um filme de mim, com diálogos de mim para mim, onde só eu é que oiço e no entanto, só eu é que não quero ouvir.
Puxo algo que me mata, afasto tudo o que bem me faça.
Acabo que me farto, farto-me que mato. Mato a sede, caçando o ar. respiro um ar que não é meu, com pulmões que já não filtram o pudor. Digo merda porque é o que sai, respiro fumo, porque ar já não entra cá mais.

1 Oh Leopold!:

Carolina disse...

parece que afinal gosto mesmo daquilo que escreves.

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